Campanha agradece aos 60 milhões de votos; presidentes de Chile, Colômbia, Peru, Paraguai e Bolívia cumprimentam Lula.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) divulgou nota na segunda-feira (26) agradecendo os cerca de 60 milhões de votos e afirmando que, a partir de agora, o senador “assume a liderança da oposição” ao governo Lula. Em vídeo nas redes, ele disse que pedirá a anulação da candidatura vitoriosa e, ao mesmo tempo, que liderará a oposição. Flávio afirmou ainda que foi proibido de deixar o país. A matéria da AFP não traz explicação das autoridades sobre esse ponto, e não há confirmação independente.
A contestação, que ele já havia anunciado na noite de domingo (25), tem como principal argumento a prorrogação da votação até as 19h, em decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, depois de relatos de problemas de transporte. O TSE afirmou que os problemas foram contornados e que não há risco ao processo. Lula teve 51,79% dos votos válidos, com 64,2 milhões de votos, o maior número já registrado numa eleição no Brasil, e superou Flávio por 4,4 milhões.
Líderes de diversos países saudaram a reeleição, incluindo presidentes aliados de Trump na América Latina: Chile, Colômbia, Peru, Paraguai e Bolívia.
