Alcolumbre marcou a votação da redução da jornada para quarta (14); Kassio Nunes Marques reúne representantes de Lula e Flávio na terça (13).
A semana em Brasília, a duas semanas do segundo turno, tem como destaque a possível votação, no Senado, da PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou a votação para a quarta-feira (14), depois das cinco sessões de discussão. O governo tenta votar o projeto em dois turnos no mesmo dia, o que exige um requerimento com 54 assinaturas para dispensar o intervalo entre as votações. A oposição promete obstruir ou apresentar destaques que façam o texto voltar à Câmara.
No Judiciário, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, marcou para terça (13) uma reunião com representantes das campanhas de Lula (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL), para tentar serenar os ânimos em meio a uma guerra de liminares. Espera-se que ele esclareça a decisão que derrubou o canal “Exército do Lula”, que depois foi revertida pelo corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva. O canal voltou ao ar, e o tema aguarda o presidente pautar no plenário.
Na agenda de campanha, Lula tem encontro com caminhoneiros em São Paulo e ato de saúde no Rio na quarta (14), entrevista ao Jornal Nacional na quinta (15), ato com estudantes no Rio na sexta (16) e o debate da Band no domingo (18). No Senado, a CCJ, presidida por Otto Alencar (PSD-BA), deve votar na quarta a PEC da Segurança Pública. No STF, a pauta inclui o Funrural, o caso Buser e o porte de arma para guardas municipais.
